Ipê Serbe
Sala do Ipê Serbe

O que as famílias dizem

Estes relatos chegaram por mensagem, por carta ou em conversa com a equipe. Estão aqui com a permissão de quem os escreveu.

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14

anos de casa

200+

famílias atendidas

4,8

avaliação média

15

vagas permanentes

Relatos de famílias

Cada situação foi diferente. O que une esses relatos é o momento em que a família precisou de um lugar em que pudesse confiar.

AM

Ana Meira

Santos, SP — Moradia Permanente

Minha mãe mora no Ipê Serbe há dois anos. No começo, ela não queria sair de casa. Hoje ela pergunta se eu vim almoçar porque sabe que é dia de almoço da família. A equipe conhece ela de verdade — os gostos, as histórias, o jeito de ser.

Junho de 2025

RC

Roberto Coelho

São Paulo, SP — Estadia de Convidado

Meu pai ficou na estadia de doze noites enquanto eu viajava a trabalho. Ele é difícil de contentar — não gosta de barulho, tem hora para acordar, prefere comer devagar. Quando liguei para saber como estava, ele disse que o almoço tinha sido bom. Pra ele, esse é o maior elogio.

Julho de 2025

LF

Lúcia Fonseca

Guarujá, SP — Programa Diurno

Minha avó ia ao Ipê Serbe de segunda a sexta. Ela adora cantar — o coral de quinta era o que ela mais esperava. Quando chegava em casa, contava o que tinha cantado. A nota semanal que a equipe mandava ajudava muito a gente a saber como ela estava passando.

Junho de 2025

PS

Paulo Santos

Santos, SP — Moradia Permanente

O que me convenceu foi poder visitar a hora que eu quiser. Meu horário de trabalho é irregular — às vezes chego às 18h, às vezes mais tarde. Nunca tive a sensação de estar atrapalhando. A porta estava sempre aberta.

Maio de 2025

MO

Maria Oliveira

Santos, SP — Estadia e Moradia

Começamos com a estadia de doze noites para minha mãe experimentar. Ela não quis voltar pra casa. Disse que gostou de não ter que cozinhar, de ter com quem sentar na varanda e de dormir sem barulho de rua. Isso foi há três anos.

Julho de 2025

JB

Jorge Barros

Santos, SP — Programa Diurno

Meu pai passava o dia sozinho em casa depois que parou de trabalhar. A gente ficava preocupado. No Ipê Serbe ele encontrou uma rotina e algumas amizades. A horta foi uma surpresa — ele não tinha plantado nada desde os anos 80 e voltou a gostar.

Junho de 2025

Histórias mais detalhadas

Às vezes um parágrafo não é suficiente para contar como foi. Estas histórias chegaram com mais detalhes.

A situação

Dona Tereza, 81 anos, morava com a filha em São Paulo. A filha foi trabalhar por quatro meses em outro estado e não havia familiar disponível em Santos para acompanhar a mãe no dia a dia.

O que aconteceu

Dona Tereza ficou na estadia de doze noites e depois pediu para continuar. Passou para a moradia permanente após conversa com a filha. As cartas mensais que a filha recebia em São Paulo ajudaram a manter o contato com o que acontecia na casa.

Como ficou

Dona Tereza está na casa há mais de dois anos. Participa da roda de leitura toda semana e do passeio ao calçadão todo mês. A filha voltou para São Paulo e faz visitas mensais — e agora os dois almoços coincidem com o almoço da família que a casa oferece.

"Quando fui buscar minha mãe para a primeira visita ao Ipê Serbe, ela perguntou se tinha café da manhã com pão de queijo. Quando viu que tinha, disse que podia ficar."
— Filha de moradora, 2023

A situação

Sr. Antônio, 75 anos, aposentado, morava só após a morte da esposa. Os filhos trabalham e tinham dificuldade de garantir companhia durante o dia. Ele recusava cuidadores em casa.

O que aconteceu

A família visitou o Ipê Serbe sem o pai primeiro, para entender a proposta. Depois trouxeram o Sr. Antônio para ver a horta e o espaço. Ele aceitou tentar o programa diurno por uma semana — e ficou por dois anos.

Como ficou

Continua indo de segunda a sexta. Tornou-se o responsável informal pela rega da horta nas manhãs. A nota semanal que a equipe manda aos filhos menciona frequentemente o que ele plantou ou colheu naquela semana.

"Meu pai chegou achando que era uma visita de cortesia. Na segunda semana, ele ligou para perguntar se podia ir na segunda-feira, que era feriado. Quando a gente disse que sim, foi. Daí entendemos que tinha dado certo."
— Filho de participante do programa diurno, 2024

Entre em contato para saber mais

Telefone

+55 13 3284-6015

Seg – Sex: 08h às 18h / Sáb: 09h às 13h

Endereço

Av. Ana Costa, 476 — Gonzaga
Santos – SP, 11060-002

Visitas à casa

Todos os dias
das 09h às 20h

Sua família pode vir conversar

A visita é sem compromisso e sem apresentação formal. Você caminha pela casa, conhece a equipe e faz as perguntas que quiser no seu próprio ritmo.

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